Máxima:°
Mínima:°

Chuva: %

BUSCAR
 
ENCONTRE:
com a palavra
com a palavra
com a palavra
ENCONTRE:
ENCONTRE:
palavra-chave
ENCONTRE UM ENDEREÇO:
Não digite "Rua", "Avenida", "prof.", "Dr." etc.
Digite parte do nome da rua. Ex.: para "Artur de Azevedo" digite apenas "Azevedo".
RUA/AVENIDA:
Nº:
DicaSP: Faça seu roteiro
E-mail
Senha ENTRAR
 
 
 
 
 

Roteiro da Semana

Filmes

A paixão aos 60
Drama trata do envolvimento de um professor com sua aluna de faculdade

 

Por Miguel Barbieri Jr.

08.10.2008

 

Divulgação

Ben Kingsley e Penélope Cruz em Fatal: relação arrebatadora

Diretora catalã de 48 anos, Isabel Coixet vem fazendo expressiva carreira no cinema de língua inglesa. Ela acerta o passo mais uma vez no drama Fatal, espécie de primo dos anteriores Minha Vida sem Mim (2003) e A Vida Secreta das Palavras (2005). Estão de volta os personagens densos e envolvidos com a paixão. Isabel, contudo, distancia-se dos tipos jovens para focar a trajetória de um homem maduro que redescobre o amor nos braços de uma estudante.

Trata-se de uma adaptação do romance O Ani-mal Agonizante, do americano Philip Roth, ambientado em Nova York. Na trama, o professor universitário David Kepesh (Ben Kingsley), na casa dos 60 anos, desfruta uma confortável vida afetiva e sexual nos encontros eventuais com a amante (Patricia Clarkson). Seu cotidiano, porém, está prestes a dar uma reviravolta ao se entorpecer diante da beleza da cubana Consuela Castillo (Penélope Cruz). Essa moça, "30 e poucos anos mais nova", é sua aluna. Papo vai, papo vem, entre prós e contras o romance engrena. Se Consuela quer compromisso sério, Kepesh não consegue embarcar num relacionamento sólido. Seu temperamento inconstante levou o casamento anterior à falência e prejudicou a convivência com o filho (Peter Sarsgaard). A realizadora demonstra tato para equilibrar sentimentos opostos e, econômica nas emoções, comanda uma história adulta capaz de deixar um nó na garganta ao final da projeção.

Fatal, de Isabel Coixet (Elegy, EUA, 2008, 113min). Censura e circuito a conferir. Estréia prometida para sexta (10). Clique e veja cenas.


Opostos que se atraem

Divulgação

Com pouco tempo de vida por causa de um câncer no pâncreas, o metódico Max (Jürgen Vogel) resolve virar ladrão de ocasião. Endividada até o pescoço, a arredia e desleixada Emma (Jördis Triebel, na foto) mora isolada num sítio, em meio a porcos e galinhas. O destino trata de unir esses dois personagens, e, em razão da solidão de ambos, a amizade se torna amor. Escorado numa fotografia ensolarada, o romance alemão A Alegria de Emma traz poucas novidades no improvável encontro de Max e Emma, a princípio antagônicos. O diretor Sven Taddicken, porém, sabe contornar a mesmice com doses de humor e ternura. Sob sua condução, a ótima dupla de protagonistas também faz a diferença na comovente trama.

A Alegria de Emma, de Sven Taddicken (Emmas Glück, Alemanha, 2006, 99min). 16 anos. Estreou em 3/10/2008. HSBC Belas Artes 2. Clique e veja cenas.


 
 
 
Copyright © 2007
Editora Abril S.A.