Com simulador de cobranças de pênalti, salas interativas, filmes em 3D e exposição temporária sobre Pelé, o novo Museu do Futebol já nasce como uma das grandes atrações da cidade
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Ben Kingsley e Penélope Cruz em Fatal: relação arrebatadora
Diretora catalã de 48 anos, Isabel Coixet vem fazendo expressiva carreira no cinema de língua inglesa. Ela acerta o passo mais uma vez no drama Fatal, espécie de primo dos anteriores Minha Vida sem Mim (2003) e A Vida Secreta das Palavras (2005). Estão de volta os personagens densos e envolvidos com a paixão. Isabel, contudo, distancia-se dos tipos jovens para focar a trajetória de um homem maduro que redescobre o amor nos braços de uma estudante.
Trata-se de uma adaptação do romance O Ani-mal Agonizante, do americano Philip Roth, ambientado em Nova York. Na trama, o professor universitário David Kepesh (Ben Kingsley), na casa dos 60 anos, desfruta uma confortável vida afetiva e sexual nos encontros eventuais com a amante (Patricia Clarkson). Seu cotidiano, porém, está prestes a dar uma reviravolta ao se entorpecer diante da beleza da cubana Consuela Castillo (Penélope Cruz). Essa moça, "30 e poucos anos mais nova", é sua aluna. Papo vai, papo vem, entre prós e contras o romance engrena. Se Consuela quer compromisso sério, Kepesh não consegue embarcar num relacionamento sólido. Seu temperamento inconstante levou o casamento anterior à falência e prejudicou a convivência com o filho (Peter Sarsgaard). A realizadora demonstra tato para equilibrar sentimentos opostos e, econômica nas emoções, comanda uma história adulta capaz de deixar um nó na garganta ao final da projeção.
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Fatal, de Isabel Coixet (Elegy, EUA, 2008, 113min). Censura e circuito a conferir. Estréia prometida para sexta (10). Clique e veja cenas.
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A Alegria de Emma, de Sven Taddicken (Emmas Glück, Alemanha, 2006, 99min). 16 anos. Estreou em 3/10/2008. HSBC Belas Artes 2. Clique e veja cenas.