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A OPINIÃO DO LEITOR

Nasce um cartão-postal  

26.10.2007

 

A reportagem "A gigante da Marginal" (24 de outubro) mostra a importância dos operários que transformam nossa São Paulo. São esses empregados que deixam a cidade mais bela. Parabéns a todos eles.
Mara Adailza Gomes  

De minha janela, tenho o privilégio de assistir à construção dessa magnífica obra, que vai ser um cartão-postal de São Paulo. Pena que, pela mesma janela, aviste o crescimento desordenado de favelas onde vivem pessoas em condições desumanas.
Paula Boralli  

Muito oportuna a reportagem "A gigante da Marginal", que tratou de um novo marco da cidade. A obra é importante para o trânsito de toda a região metropolitana, ao aliar funcionalidade com beleza. Entretanto, preocupo-me com o problema social no entorno da obra. Favelas dos dois lados da magnífica ponte demonstram a incapacidade do poder público de resolver questões sociais básicas.
Antonio de Azevedo  

Realmente, a nova ponte é um espetáculo, uma referência que valoriza nosso país, um orgulho para os trabalhadores da construção civil e uma grande necessidade aos usuários da Marginal Pinheiros. O que me deixa indignada é que, para ficar realmente maravilhado com a obra, é preciso estar longe dela. Pois o horror, o fedor e o nojo em que se encontra o Rio Pinheiros são repugnantes.
Ana Lucia Martins de Oliveira Villaron

   


"Veja São Paulo está de parabéns por dar visibilidade aos verdadeiros gigantes anônimos que constroem a grandeza de nossa cidade."
Ângela Luiza Bonacci

   

   


Noite

Lamentável a reportagem "Os marajás das balada$" (24 de outubro). Com tanta gente empenhada em investir o dinheiro que "sobra" em benefício de uma sociedade mais humana e equilibrada, ainda há tipos alienados e torpes como esses, dispostos a pagar entre 1 500 e 7 000 reais por noite na tentativa de superar sua insegurança e baixa auto-estima.
Ana Carolina Beltran Cagne  

Coincidência ou casualidade, na semana anterior à reportagem "Os marajás das balada$" um playboyzinho bateu a Ferrari do papai e agrediu um repórter. Queria saber a qual balada ele foi, e quanto gastou, antes de bater o carro e fazer papel de ridículo na TV.
Erik Awabdi

    

Roteiro da Semana  

Sou cinéfilo e sempre louvei o pioneirismo, a dedicação e o amor ao cinema do senhor Leon Cakoff, idealizador e diretor do evento ("Mostra Internacional de Cinema", 24 de outubro). Neste ano, porém, notei uma total falta de informações prévias no site oficial da mostra, informações desencontradas via telefone, desorganização e falta de respeito na venda antecipada de pacotes... Enfim, seria a síndrome dos megaeventos, tão comum em nosso país? A mostra segue com ótimos filmes, mas a desorganização desta edição está além da conta. Infelizmente.
Ronaldo Roque de Toledo

    

Walcyr Carrasco

As lágrimas que derramei quando li a crônica ("Depois do Uno", 24 de outubro) devem ter sido as mesmas de quando você escreveu seu texto. Senti o que você sentiu; quem já teve a experiência do carinho que os animais dão sabe que não pode mais prescindir dele. Muito bonito. Parabéns.
Roberto Blatt

A crônica de Walcyr Carrasco me lembrou de uma conversa com minha prima de 2 anos. Perguntei onde estava o Tob, seu cão que havia sido atropelado. Ela disse: "No céu, mas ele vai voltar". Entendi que ela, com toda inocência, terá outros Tobs, que lhe ensinarão a amar. Parabéns pela atitude de não desistir de ter outros cães!
Juliana Fanchini

É a primeira vez que dou pêsames e parabéns, ao mesmo tempo, à mesma pessoa. Pêsames pelo Uno, pois quem já perdeu um bichinho queri-do (eu já perdi três) sabe como é difícil suportar a dor. E parabéns pelos seus novos amigos (caninos e felina), que vão encher a sua vida de muitas alegrias!
Fernanda Siqueira da Cruz

   

Correções: a marca de chocolate Valrhona é francesa ("Bombons design", 24 de outubro). O cardiologista clínico Elias Knobel formou-se pela Escola Paulista de Medicina em 1967 ("Os médicos que os médicos indicam", 17 de outubro).


O nome da 13ª ponte

Quando da publicação da reportagem "A gigante da Marginal" (24 de outubro), a coordenação da Empresa Municipal de Urbanização (Emurb), responsável pela obra da ponte estaiada sobre o Rio Pinheiros, identificou o projeto como Ponte Estaiada Jornalista Roberto Marinho. Havia inclusive o nome do jornalista (que já batiza a ex-Avenida Águas Espraiadas) em placas com ilustrações da futura ponte fixadas nas paredes do escritório da Emurb, no canteiro de obras da Marginal Pinheiros. Na semana passada, o prefeito Gilberto Kassab anunciou que a ponte terá outra denominação. "Por lei municipal, na cidade de São Paulo, dois logradouros não podem ter o mesmo nome", disse o assessor de imprensa Sergio Rondino. "Assim, a prefeitura decidiu dar à ponte o nome de Octavio Frias de Oliveira, em homenagem a esse outro grande empresário da imprensa brasileira, publisher da Folha de S.Paulo, recentemente falecido."


 
 
 
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