As dicas da especialista em etiqueta Claudia Matarazzo para você sobreviver às festas de fim de ano e não dar bola fora
A Victor Hugo gostaria de esclarecer que o modelo de carteira de couro na cor laranja divulgado na reportagem "300 sugestões de presentes" (13 de dezembro) foi produzido exclusivamente para a loja da marca localizada na Rua Oscar Freire, por ocasião da inauguração do novo design da via. Gostaríamos de salientar que foram vendidas todas as unidades que constavam no estoque da loja ao preço de 95 reais, conforme veiculado.
Teddy Paez
Diretor de marketing da Victor Hugo
Walcyr Carrasco
Na cidade de São Paulo não faltam histórias nas quais o que se supõe ser apenas "detalhes" causa constrangimentos ("Sempre falta alguma coisa", 13 de dezembro). Recentemente, fui com alguns amigos a uma pizzaria sem rampa de acesso. Um deles, cadeirante, ficou esperando que os garçons o carregassem escada acima. Quatro funcionários da casa, sem nenhum jeito, o levaram para dentro. Na saída, meu marido o conduziu escada abaixo enquanto garçons, segurança e manobrista olhavam a cena. Em aeroportos também já presenciei pessoas sendo carregadas e instaladas nas poltronas da aeronave sem nenhum cuidado. Certa vez uma comissária perguntou ao cadeirante se ele não conseguia dar pelos menos alguns passinhos!
Luciana Mira Paganini
Em novembro levei meu pai, de 89 anos, e minha mãe, de 82, ao Memorial do Imigrante. O museu é maravilhoso e muito interessante para quem quiser aprender um pouco da história recente do Brasil. No andar superior havia uma belíssima exposição da história do café, além de outras atrações. Mas só se chega lá subindo três lances de escada! Minha mãe teve de se limitar ao andar inferior, apoiada em sua bengala, pois não há cadeira de rodas no local. O mais curioso é que registrei um comentário no formulário fornecido pelo museu. Nele, pede-se o e-mail do signatário. Até hoje não sei para quê. Posteriormente registrei meus comentários por e-mail, mas nem sequer mereci uma resposta automática! Concordo com o Walcyr: sempre falta alguma coisa, quando não várias.
Luísa Irene Giacomini
Em 2000, sofri um grave acidente de carro e tive de usar cadeira de rodas por um tempo. Observei que era impossível me locomover dessa maneira nas ruas de São Bernardo do Campo, onde moro. Existem muitas guias rebaixadas, mas no meio do caminho elas somem!
Eliana Linares
Lendo seu artigo, parei para refletir. Idéias não faltam, o que falta é gente para colocá-las em prática. Se cada um fizesse pelo menos o seu trabalho bem feito...
Sabrina Petroni Faria
Walcyr, infelizmente o que você descreve é a nossa realidade. Este país teria de ser implodido para nascer de novo!
Maria Paula Quattrone
O texto desta semana está ótimo. Trata de tudo o que eu também observo e a que me refiro sempre com muita revolta.
Thaís Helena Moura
Costumo ler a Veja São Paulo de trás para a frente, assim como muita gente que conheço. As crônicas de Walcyr Carrasco, bem como de seu colega Ivan Angelo, são o que há de mais inteligente e apetitoso na revista. Walcyr, sinto enorme prazer em ler seus textos durante o ano inteiro!
Cris Yanes